clique para ampliarJessier Quirino


Arquiteto por profissão, poeta por vocação, matuto por convicção. Paraibano de Campina Grande filho adotivo de Itabaiana onde reside há dezessete anos. Autor dos livros: Paisagem de Interior (poesia), Agruras da Lata D'água (poesia), O Chapéu Mau e o Lobinho Vermelho (infantil), Prosa Morena - acompanhado de CD com declamações de alguns poemas, musicas e causos - , Política de Pé de Muro.

Também, A Folha de Boldo, Notícias de Cachaceiros - em parceria com Joselito Nunes - , além de causos, músicas, cordéis e outros escritos. Todos publicados pelas Edições Bagaço - Recife/PE -.

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clique para ampliarPatativa do Assaré


Poeta e repentista cearense, nascido na localidade de Serra do Santana, próximo de Assaré, cego de um olho desde os 4 anos de idade, Antonio Gonçalves da Silva alfabetizou-se aos 12, quando freqüentou a escola por alguns meses, começando logo em seguida a compor versos. Iniciou-se como cantador e violeiro aos 16 anos, e três anos depois, numa viagem ao Pará, recebeu o apelido de Patativa.

Com o passar dos anos foi-se tornando conhecido na região, e em 1956 publicou seu primeiro livro, "Inspiração Nordestina". Mais tarde teve outras coletâneas de poemas publicadas, além de diversos folhetos de cordel.

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clique para ampliarZé da Luz


O poeta, das terras nordestinas, nasceu em 29 de março de 1904 em Itabaiana, região agreste da Paraíba e faleceu no Rio de Janeiro em 12 de fevereiro de 1965. Veio ao mundo como Severino de Andrade Silva e recebeu a alcunha de Zé da Luz. Nome de guerra e poesia, nome dado pela terra aos que nascem Josés e, também, aos Severinos, que se não for Biu é seu Zé.

Sua poesia é dita nas feiras, nas porteiras, na beirada das estradas, nas ruas e manguezais. Perdeu-se do seu autor pois em livro não se encontra. Se encontra na boca do povo, de quem tomou emprestado a voz, para dividi-la em forma de rima e verso.

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clique para ampliarCego Aderaldo


Aderaldo Ferreira de Araújo (Crato CE 1878 - Fortaleza CE 1967). Foi cantador no Nordeste, no período de 1896 a 1945. Em 1933 realizou projeções de filmes no sertão do Ceará, em sua máquina "Pathe Baby". Trabalhou também como comerciante, nos anos de 1940.

Em 1949 apresentou-se no Palácio da Aclamação, em Salvador BA. No mesmo ano, fez apresentação na Rádio Tupi, de São Paulo SP, e recebeu convite do governador paulista Ademar de Barros para uma audição no Palácio dos Campos Elíseos. Também apresentou-se no programa Este é o Mestre, na TV Paulista.

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Zé Limeira


Anarquia poética, distorções históricas poético-delirantes e prenhes de pseudo-nonsense, métrica ilibada, voz trovejante de bardo nordestino, anéis por todos os dedos, poesia pra todos os lados. Seus trajes aberrantes, sua viola, seu matulão pendurado. Esse aí não é ninguém não, é Zé Limeira, o mais mitológico dentre todos os repentistas surgidos no Brasil.

Tem gente que até hoje acha que ele nunca existiu. “Vai ver foi um personagem criado pela cabeça fantasiosa de outros repentistas”, diriam os incautos.

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